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Neste mês, a revista Aventuras na História trás uma pequena viagem sobre visão do homem, com o passar do tempo, de um assunto que ainda causa muita polêmica: o aborto.
Veja algumas curiosidades da reportagem:
“Se um ovo de aranha com duas larvas fosse atado ao corpo com pele de veado, antes do nascer do sol, não haverá gravidez por um ano” – Esta é a receita de Plínio, o velho (23-79 d.c) – Intelectual romano com obras de grande importância para saber da época. Ele também listou diversas plantas abortivas, entre elas o poejo, com o chá popular ainda na década passada.
Hipocrates, (460-377 a.c) em seu Juramento (declarado pelos médicos até hoje) falou: “Nunca sugerirei a nenhuma mulher prescrições que a possam fazer abortar”.
No livro Política, de Aristóteles (384-322 a. c), está escrito: “se deve fixar o número máximo de procriações e, se alguns casais forem férteis para além do limite, é necessário recorrer ao aborto”.
Santo Agostinho (354-330), considerava o pensamento aristotélico de que o inicio da vida era somente após o 40° dia a partir do primeiro sinal perceptível do bebê, no caso de meninos, e no 80° dia, nas meninas.
Em 1943, na França, a parteira Marie-Louise Giraud foi guilhotinada por ter interrompido 26 gestações: o aborto era uma ameaça ao Estado.
A encíclica (carta dirigida aos bispos, e por eles, aos fieis) Humanae Vitae do Vaticano, escrita em 1968, proíbe qualquer meio de anticoncepcional.
Na China, após ao política de filho único instalada em 1990, o aborto é uma situação mais que comum.
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